Quem Somos

 

Nome : Alexandre Costa


Idade: 76 anos


Viagens favoritas: Líbia, Vietname, Uzebequistão, Etiópia, Equador, (Galápagos), Butão, Tanzânia, Laos, Camboja, Argentina, Irão e a próxima.



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Nome : João Vicente


Idade: 49 anos


Viagens favoritas: Nova Zelândia, Tibete, Nepal, Cuba, Índia, Itália,  China, México, República Checa, Argentina, Chile, Peru, Indonésia, Bolívia, Colômbia, Irão, Japão, Myanmar, Namíbia, Botswana...sei lá!!!...



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Vivo com uma frase em mente – “No meio da dificuldade, vive a oportunidade”, Albert Einstein – e é assim que quero continuar a crescer!

Nasci em Lisboa mas não sou alfacinha, sou português. Já vivi em bastantes cidades deste jardim, mas acabo sempre por voltar a Lisboa. Nostalgia? Não sei. Necessidade de mudança? Talvez.

Comecei a viajar bem cedo, com a família, depois com os amigos e mais tarde profissionalmente. Agora viajo para viver e para fotografar sensações, para resumir, num amontoado de pixéis, todo um povo, um local, uma cultura ou um país. A cada viagem que faço a vontade de mudança leva-me para mais longe, por mais tempo, para sítios mais inóspitos, para aventuras mais audaciosas.

Para os amigos “viajantes” sou o Joni  Walker. E não, não bebo! Caminho, caminho mais e mais, em direcção à fotografia perfeita, tal surfista em busca da onda.

As minhas exposições foram em casa, no Casino de Lisboa, nos Paços do Concelho em Alcochete, no Oeiras Parque e no Odivelas Parque.

Também publico no Facebook chegando assim aos “amigos” deste mundo. E ofereço, ofereço muitas, por toda e nenhuma razão. Sinto que ofereço parte de mim.

Tive a minha primeira máquina fotográfica aos 8 anos, uma AGFA 108. Perto dos 14 anos recebi uma Kodak Discman e depois herdei do meu pai a primeira 35mm. Comecei nas máquinas digitais já neste século, com uma Sony e uns anos depois passei para uma Canon Powershot S5IS. Em 2008 mudei para a Nikon ...que agora divido com a Leica!

E no meio desta dificuldade que é crescer e envelhecer, vivo a oportunidade que tenho de ser feliz, de fazer o que gosto e deixar algo através do que fotografo.

Não gosto de espartilhos, regras ou convenções. Gosto de ir onde me leva a imaginação não matando “a minha criança” e assim continuar a sonhar.

Desde longa data tenho a paranóia de fotografia. Fui tirar um curso de iniciação à fotografia na A.P.A.F. (Associação Portuguesa de Arte Fotográfica) e por lá fiquei ao longo de seis anos, quatro deles como director. Entretanto fiz mais dois cursos. Participei em concursos, ganhando alguns prémios. Participei em exposições colectivas e individuais em Portugal e no estrangeiro. Tenho também algumas fotografias publicadas em revistas. A minha última aventura foi a publicação de um livro sobre uma viagem à Líbia, com exposição no Casino de Lisboa. Esta repetiu-se em Alcochete, na Biblioteca Municipal, com a presença de uma delegação Líbia, na inauguração.

O acto de fotografar é tão subjectivo, como o conceito que temos sobre vida, o amor, paz, liberdade, justiça, enfim uma infinidade de coisas. Quando primo o botão e faço clique, que aconteceu nesse momento? –  Congelei o instante. Momento não repetível. Tentei fixar uma história, tentei gritar contra uma injustiça, quis homenagear uma vida através de olhos e rugas, tentei mostrar o futuro e a esperança com o sorriso cândido de uma criança, registei o trabalho, valorizando o ser humano e o seu contributo para o bem comum. Em suma, quando se produz o clique, é o fotógrafo fazendo o seu invisível auto-retrato. Está atrás da câmara registando com um clique, a plenitude do seu ser.
Uma foto pode ter mais impacto que mil palavras.

Alguém disse! – Ou estou eu a dizer? – Um povo sem história, é um povo sem alma. Podemos preservar a nossa memória nos livros, nos museus e nas fotografias.

Como intervenho cultural e socialmente? Nas minhas viagens registo os “olhares olhando o mundo”, outros hábitos, outras vivências. Socialmente como fotógrafo voluntário da Médicos do Mundo, são estes registos que partilho em exposições e publicações e através do meu site e do Facebook.

Vou continuar a sonhar e muito. A utopia, tal como a verdade, são conceitos que não devemos deixar morrer dentro de nós. Devem ser testemunhos, transportados durante a nossa vida, com o dever de legarmos mais belos e perfeitos, para ao fechar os olhos a esta vida, o fazermos com um sorriso e noção do dever cumprido.